31 de julho de 2013

[Série] Hannibal – Primeira Temporada





Título Original: Hannibal
Temporada: Primeira
Ano: 2013
Criador: Bryan Fuller
Emissora: NBC
Episódios: 13
Avaliação: 4/5







Comentários: 
Assim que vi que estrearia uma série baseada em Hannibal (nos personagens do livro Dragão Vermelho) não tive nenhuma dúvida de que assistiria.
A série vai se basear na relação de Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen) e Will Graham (Hugh Dancy) antes dos acontecimentos de Dragão Vermelho, quando a verdadeira identidade do psicopata ainda era desconhecida. 

A série começa mostrando Will, um ex-agente do FBI que foi afastado e que atualmente está dando aulas, mas devido a um caso de assassinatos particularmente complexo ele é chamado a retornar a ativa devido ao seu “dom” peculiar de conseguir entender como ninguém o pensamento dos assassinos, sendo capaz de ter uma “empatia” com eles e com isso é muito eficaz nas investigações, porém esse seu modo de trabalho acaba afetando seu lado psicológico o que o leva a buscar auxílio e porto seguro com o psicólogo Hannibal enquanto desvendas crimes complexos e assassinatos chocantes. 
Logo no conceito a série me interessou, mas assumo que o primeiro episódio me causou certa estranheza, principalmente porque demorei em me acostumar com Mads Mikkelsen no papel de Hannibal (já que para mim esse papel é eternamente de Anthony Hopkins), mas após me adaptar com o autor consegui pegar o ritmo. 
A atuação dos atores é muito boa, regada a drama e suspense e eles conseguem manter muito bem o clima da série, gostei muito de Laurence Fishburne como Jack Crawford e Mads também conseguiu encarnar bem o papel de um dos psicopatas mais famosos da ficção mas tenho que assumir que o destaque de toda a série é de Hugh Dancy, sua atuação está muito boa, ele passa a complexidade e densidade de seu personagem, sua empatia com os assassinos e sua confusão psicológica, a série pode receber o nome de Hannibal mas nesta primeira temporada o personagem principal é Will. 
A sequência de episódios traz uma trança da trama principal com casos esparsos mas que culminam na resolução do final da série. 
Esta primeira temporada foi realmente muito boa e densa (tanto que no meio dos episódios dei uma pausa para poder “descansar” e retomar depois) e recomendo para todos aqueles que gostam de assassino tão renomado, Hannibal Lecter (e já está com a segunda temporada confirmada).  


25 de julho de 2013

[Promoção] Super Pai



Para homenagear o primeiro heroi que conhecemos na vida, 14 blogs resolveram se unir e criaram a Promoção "Super Pai". Olha só o que seu super pai pode ganhar:

1. Alegria de ViverLaços Inseparáveis;
2. A Magia RealSangue na Neve;
3. Blog da Yassui: Danação;
4. Codinome Leitora@mor;
5. Fábrica dos ConvitesA Caçada;
6. Felicidade em LivrosRomance Impossivel + Cartas de amor
7. Histórias sem Fim Sorte
8. Leitores CompulsivosSuspense Policial da Agatha Christie;
9. Ler é o Melhor LazerBem mais Perto;
10. Lost Girly GirlA Janela de Overton;
11. Memories of the AngelO Portal de Capricórnio;
12. Olhos de RessacaCruzando o Caminho do Sol
13. Saleta de LeituraO Clube do Filme
14. Vitrine de PromoçõesUm Ano Inesquecível;

Para participar é muito simples, basta ter endereço de entrega no Brasil e preencher o formulário abaixo até dia 25 de agosto.

a Rafflecopter giveaway

Serão sorteados 5 ganhadores que poderão escolher seus presentes por ordem se sorteio. Sendo que o primeiro poderá escolher 5 livros, o segundo, 3 livros, o terceiro, quarto e quinto, 2 livros cada um. Os livros "Romance Impossivel" + "Cartas de amor" serão enviados juntos, por isso quem escolher um, automaticamente estará escolhendo o outro.
Todos os ganhadores receberão e-mail avisando do resultado, e deverão responder o mesmo em 3 dias com seus dados e os livros escolhidos para que o sorteio não seja refeito.
Os blogs tem até 60 dias para enviarem os livros e cada blog é responsável unicamente pelo envio de seu livro.
Não deixem de participar, e boa sorte para todos!

23 de julho de 2013

[Livro] Branca como Leite, Vermelha como Sangue – Alessandro D’Avenia


Livro: Branca como Leite, Vermelha como Sangue
Titulo Original: Bianca come Il latte, rossa come Il sangue
Autor: Alessandro D’Avenia
Editora: Bertrand
Ano: 2011
Avaliação: 5/5
Sinopse:Branca como o leite, vermelha como o sangue apresenta o monólogo de Leo e conta o que acontece no momento em que, na vida de um adolescente, irrompem o sofrimento e o pesar, e o mundo dos adultos parece não ter nada a dizer. (Fonte: Livraria Cultura) 







Comentários:
Um livro doce, poético e sensível. Uma narrativa que toma, embala e encanta. 
Para o tema do Desafio Literário desse mês (cores no titulo) decidi ler um livro que estava parado na minha estante, Branca como Leite, Vermelha como Sangue, de Alessandro D’Avenia. 
Quando escolhi esse livro não sabia nada sobre a história, tinha apenas o conhecimento de que seria um romance e ao ler a sinopse vi que seria uma trama adolescente, o que me deixou receosa, pois muitos livros com narradores dessa idade não me agradam muito, mas fui totalmente surpreendida com a história de D’Avenia, por sua simples sensibilidade, que costuma ser aquela que mais toca. 
O livro irá contar um ano letivo na vida de Leo, adolescente bem comum que como característico dessa idade vive bem intensamente, e ama intensamente, sem motivo, sem lógica, e com isso Leo ama Beatriz, a menina de cabelos vermelhos e pele branca que estuda em sua escola. Mas também temos a visão de sua vida como um todo, a relação com a escola, com seus amigos e com si mesmo nesta fase de descobertas. 
E em boa parte é disso que este livro irá falar, descobertas, Leo está descobrindo seus sentimentos, está descobrindo a vida e quem ele é nesse mundo de cores e sensações tão amplos quando boa parte da inocência ainda existe. 
A história me ganhou, mas ela já foi contada antes, o diferencial mesmo foi a narrativa de D’Avenia que explora o lado sentimental de tudo, é possível se sentir adolescente ao ler o livro, suas confusões e revoltas, mas nem por isso na narrativa é imatura, muito pelo contrário, é dotada de profundidade e possui frases e linhas de raciocínio tão bem desenvolvidos que chega quase a ser poético. Um dos exemplos que mais me cativou foi o uso de cores como analogia para sentimentos e sensações, um recurso simples mas que gera pensamentos e momentos de reflexão. 
Gostei muito e agora quero ler mais livros de Alessandro D’Avenia para poder ter mais experiências com seu estilo narrativo. 

“O silêncio é branco. Na verdade, o branco é uma cor que não suporto: não tem limites...Ou melhor, o branco não é sequer uma cor. Não é nada, é como o silêncio. Um nada sem palavras e sem música. Em silêncio: em branco.” p. 10

“Decididamente, os adultos estão no mundo para nos lembrar dos medos que nós não temos. São eles que têm medo.”  p. 70

“A ignorância é a coisa mais confortável que eu conheço, depois do sofá da minha casa.” p. 93

“ – Engana-se Leo. A maturidade não se revela em querer morrer por uma causa nobre, mas em querer viver humildemente por ela.” p. 220


17 de julho de 2013

[Teatro] A Princesinha


Como primeiro musical do ano fui assistir ao A Princesinha. 
Espetáculo apresentado pela Fundação Lia Maria Aguiar que  traz uma adaptação da obra de Frances Hodgson Burnett. 
A peça conta a história de Sara Crewe, uma menina meiga, cheia de imaginação e histórias, que mora na Índia e conta com Maya para ajudá-la enquanto espera seu pai voltar da guerra, e quando isso finalmente acontece Sara descobre que seu pai irá explorar minas de diamante e por isso acaba levando a garota para um colégio interno em Londres, onde a vida de Sara irá mudar e ela terá que continuar acreditando em todas as histórias que ouviu quando criança, que ela, como todas as mulheres, é uma princesa e principalmente que tudo pode melhorar. 

O espetáculo possui um estilo narrativo diferente, além das situações da vida de Sara a peça conta com um “narrador”, Ram Dass que possui uma autonomia em toda a peça, além de poder interferir nas cenas atuais ele também participa das histórias contadas por Sara e interage com a plateia. 

Por ser um espetáculo infantil a linha da história, os diálogos e as músicas são mais simples, com várias pitadas de humor e uma moral a ser assimilada no fim.  
Apesar de apenas uma pequena parte do primeiro ato se passar na Índia a influência dessa cultura tão exótica se dá por toda a peça e é seu grande diferencial, as cores vivas, as músicas alegres, as lendas, enfim, várias características podem ser percebidas e encanta o espectador. 
O trabalho dos atores está muito bom, grande parte dos personagens é interpretada por crianças que se mostraram muito bem preparadas e talentosas, além dos demais autores já conhecidos e que interpretaram os papéis dos personagens adultos da história. 
Recomendo esse musical para aqueles que buscam leveza, cores e diversão, um musical infantil para todos. 
O espetáculo está em cartaz no Teatro Anhembi Morumbi (R. Dr. Almeida Lima, 1.176 - Brás, São Paulo, 03164-000) aos sábados e domingos, às 16 horas até o dia 28 de julho. Para mais informações veja aqui

15 de julho de 2013

[Music Monday] Let's Have A Kiki

Para o Music Monday dessa semana quero aproveitar o clima festeiro (afinal faço aniversário neste final de semana) e quero colocar uma música que sempre me deixa feliz e em clima de comemoração, de festa, ou melhor, Kiki. Do grupo Scissor Sisters a música é:

Let's Have A Kiki

What's up it's Pickles, leave a message
Hey i'm calling you back
Oh she's been a bitch tonight
And by bitch i mean this rain
No cabs, nowhere
So i had to put on the wig
And the heels and the lashes and the eairh
And take the train to the club
And you now the MTA should stand for
Mutherfuckers touching my ass

So then i get to the club
Looking like a drowned harassed rat
And am greeted not by miss Rose at the door
But our friend johnny 5-0
Yes honey the NYPD shut down the party
So no fee for me
And i dont even now what's the tea

So i hope you're up girl
Cuz we are all coming over
Lock the doors
Lower the blinds
Fire up the smoke machine
And put on your heels
Cuz i now exactly what we need

Let's have a kiki
I wanna have a kiki
Lock the doors tight!
Let's have a kiki
Motherfucker
I'm gonna let you have it
Let's have a kiki
I wanna have a kiki
Dive turn work
Let's have a kiki
We're gonna serve and work and turn honey

A kiki is a party
For calming all your nerves
We're spilling tea and dishing
Just desserts one may deserve
And though the sun is rising
Few may choose to leave
So shade that lid
And we'll all bid
Adieu to your ennui

Let's have a kiki
I wanna have a kiki
Lock the doors tight!
Let's have a kiki
Motherfucker
I'm gonna let you have it
Let's have a kiki
I wanna have a kiki
Dive turn work
Let's have a kiki
We're gonna serve and work and turn honey

Oh, what a wonderful kiki
This kiki is marvelous
Kiki! Soso! Oui Oui! Non Non! (4x)

Let's have a kiki
I wanna have a kiki
Lock the doors tight!
Let's have a kiki
Motherfucker
I'm gonna let you have it
Let's have a kiki
I wanna have a kiki
Dive turn work
Let's have a kiki
We're gonna serve and work and turn honey

Let's have a kiki
I wanna have a kiki
Lock the doors tight!
Let's have a kiki
Hunty dropper
I'm gonna let you have it
Let's have a kiki
Boots Ten Queen
Dive turn work
Let's have a kiki
We're gonna serve and work and turn honey



11 de julho de 2013

[Livro] Uma Questão de Confiança – Louise Millar

Livro: Uma questão de confiança
Titulo Original: The playdate
Autor: Louise Millar
Editora: Novo Conceito
Ano: 2013
Avaliação: 2,5/5
Sinopse:
Em um subúrbio tranquilo de Londres, algumas mães se ajudam através de amizade, favores e fofocas. No entanto, algumas delas não parecem confiáveis e outras têm segredos obscuros. Quando Callie se mudou para seu novo bairro, pensou que seria fácil adaptar-se. Contudo, os outros pais e mães têm sido estranhamente hostis com ela e com sua filha, Rae, que também descobriu como é difícil fazer novas amizades.
Suzy, seu marido rico e seus três filhos parecem ser a única família disposta a fazer amigos, mas, recentemente, a amizade com Suzy anda tensa. Ainda mais com a atmosfera pesada que pairou sobre o bairro após a chegada da polícia e o relato de um possível suspeito morando no bairro.
O que Callie e sua pequena Rae podem esperar? Em quem confiar? E, sobretudo, como imaginar que certas atitudes rotineiras podem colocar em risco a vida de sua pequena filha? Verdades e mentiras parecem se esconder nestas pequenas casas.

Comentários:
Uma Questão de Confiança foi um livro que me deixou confusa, pois mesmo após a leitura não consegui perceber a que ele veio, qual é seu propósito. 
Ao ler a sinopse me interessei pela leitura achando que seria de suspense, algo que envolvesse um crime, desaparecimento ou sequestro, e não poderia estar mais errada. 
O livro em sua grande parte irá tratar sobre o cotidiano de mulheres da classe média, principalmente a rotina com seus filhos e funções em casa, dando enfoque aos dramas pessoais. 
O livro traz a história de três personagens, a primeira é Callie, uma mulher que devido à doença de sua filha Rae parou o trabalho e sua rotina para cuidar da criança, porém no momento da narrativa está tentando retomar as antigas atividades. A segunda é Suzy, melhor (e única) amiga de Callie na vizinhança, uma mulher que optou em se dedicar aos filhos, ao marido e à casa, fazendo disso o foco de sua vida. A última é Debs, uma mulher que tenta viver a vida, porém é atormentada por alguns problemas, fantasmas e neuroses. 
A narrativa é lenta e demora para acontecer, não há um ritmo constante durante o livro. Senti que a primeira parte da narrativa se estende muito, apegada a características que não são essenciais e na parte em que há o desenvolvimento do ponto fundamental, o tratamento desprendido é muito rápido e descuidado, fazendo com que o leitor tenha um bom conhecimento da rotina dos personagens, mas que a história e o desfecho dos mesmo esteja incompleto, com inúmeras pontas soltas. 
Por ser um drama/suspense sobre pessoas, os personagens tiveram um cuidado maior. Na situação presente a autora consegue construir muito bem o como essas mulheres são, de que forma pensam, seus medos e receios, porém é uma construção voltada apenas ao tempo em que ocorre a narrativa, pouco do passado ou o que as tornou o que são é explorado, e quando há algum tipo de flashback acaba gerando mais dúvidas do que respostas. 
O que mais me agradou neste livro foi o desfecho que a autora deu para a história e para os personagens, cheio de surpresas e reviravoltas, porém, como disse anteriormente, como as questões foram trabalhadas apenas após a metade do livro alguns personagens ficaram sem um final definido. Ela dá uma solução mas não respostas. 

3 de julho de 2013

[Livro] Inferno – Dan Brown


Livro: Inferno
Titulo Original: Inferno
Autor: Dan Brown
Editora: Arqueiro
Ano: 2013
Avaliação: 5/5
Sinopse:
Neste fascinante thriller, Dan Brown retoma a mistura magistral de história, arte, códigos e símbolos que o consagrou em "O Código Da Vinci", "Anjos e Demônios" e "O Símbolo Perdido" e faz de Inferno sua aposta mais alta até o momento. No coração da Itália, Robert Langdon, o professor de Simbologia de Harvard, é arrastado para um mundo angustiante centrado numa das obras literárias mais duradouras e misteriosas da história: O Inferno, de Dante Alighieri. Numa corrida contra o tempo, ele luta contra um adversário assustador e enfrenta um enigma engenhoso que o leva para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística. Tendo como pano de fundo poema de Dante, e mergulha numa caçada frenética para encontrar respostas e decidir em quem confiar, antes que o mundo que conhecemos seja destruído. (Fonte: Skoob)


Comentários:  
Inferno, novo livro de Dan Brown, me levou de volta a narrativa envolvente e as teorias de conspiração tão características desse autor. 
Neste livro a base para a história está em um clássico da literatura, A Divina Comédia, de Dante Alighieri, mais especificadamente no primeiro trecho do poema, a parte do Inferno. 
A aventura conta mais uma vez com o protagonista mais conhecido das narrativas de Dan Brown, Robert Langdon, personagem que já protagonizou três livros (O Código da Vinci, Anjos e Demônios e O Símbolo Perdido). 
Tenho que confessar que apesar de estar morrendo de vontade de ler também tinha um grande receio, o de acabar estando um pouco estafada do estilo de escrita desse autor, pois com O Símbolo Perdido senti que já estava tão acostumada com a escrita que acabei por descobrir os desdobramentos da trama bem antes do final, mas tenho que dizer que ocorreu exatamente o contrário em Inferno o que me fez continuar a gostar muito dos livros de Dan Brown por ainda possuir a capacidade de surpreender. 
A história agora se passa em sua grande parte na Itália, e o núcleo da trama é um enigma, já que devido a um acontecimento Langdon acorda sem memória em um hospital e terá que descobrir como foi parar em Florença e tudo que irá envolver esse novo mistério, contando com a ajuda de Sienna Brooks, uma jovem médica que irá percorrer com ele está aventura. A base das investigações, como disse antes, é o livro A Divina Comédia (mais especificadamente a parte do Inferno) e com isso a narrativa traz referências a várias produções artísticas renascentistas (que me fizeram muitas vezes ir ao Google para pesquisar alguma obra citada). 
O estilo de escrita de Dan Brown continua o mesmo, com capítulos curtos, intercalando o ponto de vista dos personagens tratados gerando assim um ritmo rápido à narrativa. Os personagens vão sendo trabalhados conforme a evolução da história, fazendo com que conheçamos mais sobre eles (ou acharmos que conhecemos). Apesar de usar o mesmo padrão dos seus livros anteriores, os elementos usados foram diferentes e isso renovou sua escrita, os vilões foram desenvolvidos de uma forma mais velada, dando poucas dicas e interagindo mais na história, e com isso ele acabou tornando seus vilões mais humanos dificultando assim que seja possível resolver os mistérios do livro ou até julgar as ações tomadas. Até Robert Langdon foi tratado de modo diferente usando o recurso da perda de memória, o que trouxe uma nova visão do personagem. 
As reviravoltas são surpreendentes, eu nem cheguei perto de adivinhar os acontecimentos do fim e o uso do Inferno de Dante também acrescentou muito a história, adorei a leitura.