26 de julho de 2016

[Livro] Entre o amor e a vingança – Sarah MacLean



Comentários:
E como romance nunca é demais, decidi começar mais uma série de romance de época (ou como gosto de chamar, de vestidos bonitos –  dei esse nome porque os livros desse estilo quase sempre tem uma mulher com um vestido bonito na capa) e fiquei bem contente com a história e agora já tenho mais uma série para me envolver. 

Dessa vez mergulhei na história de Bourne e Penélope. Os dois eram amigos de infância, porém acabaram por se distanciar até que se encontram em uma situação totalmente inusitada e que gera o casamento dos dois e a partir desse momento eles irão ter de lidar com emoções fortes e conflitantes. 

Bourne sofreu um grande golpe, aos 21 anos se deixou levar pelo fascínio do jogo de cartas e acabou perdendo todas as suas posses para o homem que foi designado como seu guardião. Depois desse golpe Bourne mudou e dedicou sua vida a um único objetivo: vingança. 

Penélope é uma jovem da sociedade, filha de uma família tradicional e nobre ela sempre foi considerada perfeita, porém um noivado rompido de forma um tanto escandalosa anos atrás a marcou e agora ela tem que lidar com pedidos de casamento que não a deixam feliz e com o desejo crescente por um relacionamento que envolva uma aventura e um sentimento a mais. 

Conforme os caminhos desses dois personagens se cruzam, eles terão que lidar um com o outro e com o que sentem. 

O ambiente trazido pela autora é o padrão para esse estilo de romance, uma sociedade londrina dos anos de 1830, mas dessa vez há um elemento diferencial, um dos cenários em que a história transcorre é um cassino, o que gera situações bem interessantes, regadas a cartas, dados e jogos. 

Gostei bastante da interação dos personagens, apesar de o começo não ter me prendido tanto pois fiquei com a sensação que os grandes acontecimentos se dão em um rompante, mas a maior parte da  história já se dar com os personagens casados (o que não é muito comum nesse estilo) trouxe algumas situações interessantes e diferentes. 

Bourne e Penélope acabaram me ganhando. Ele com suas dúvidas, seu passado e seus tormentos e ela como um personagem crescente que ganhou espaço e força no decorrer da trama. 

Tenho apenas uma ressalva que é sobre o passado de Bourne, queria saber mais sobre ele e o envolvimento com o cassino Anjo Caído, mas essa história foi apenas pincelada. Considerando que os demais livros da série, serão sobre outros sócios do Anjo Caído creio que a autora trabalhará mais essa questão adiante. 

Para aqueles que gostam de um romance de época esse livro é uma boa pedida e eu, com certeza, vou continuar a leitura dessa série, principalmente por ter ficado muito interessada em um personagem coadjuvante e que mal aparece, mas que despertou minha curiosidade (Chase) e que terá um livro mais a frente.


Série O clube dos canalhas: 
Livro 1 – Entre o amor e a vingança 
Livro 2 – Entre a culpa e o desejo
Livro 3 – Entre a ruína e a paixão
Livro 4 – Nunca julgue uma dama pela aparência

Sinopse: O que um canalha quer, um canalha consegue... Uma década atrás, o marquês de Bourne perdeu tudo o que possuía em uma mesa de jogo e foi expulso do lugar onde vivia com nada além de seu título. Agora, sócio da mais exclusiva casa de jogos de Londres, o frio e cruel Bourne quer vingança e vai fazer o que for preciso para recuperar sua herança, mesmo que para isso tenha que se casar com a perfeita e respeitável Lady Penélope Marbury.
Após um noivado rompido e vários pretendentes decepcionantes, Penélope ficou com pouco interesse em um casamento tranquilo e confortável, e passou a desejar algo mais em sua vida. Sua sorte é que seu novo marido, o marquês de Bourne, pode proporcionar a ela o acesso a um mundo inexplorado de prazeres. Apesar de Bourne ser um príncipe do submundo de Londres, sua intenção é manter Penélope intocada por sua sede de vingança - o que parece ser um desafio cada vez maior, pois a esposa começa a mostrar seus próprios desejos e está disposta a apostar qualquer coisa por eles até mesmo seu coração. (Fonte: Skoob). 
Título Original: A rogue by any other name
Autor: Sarah MacLean
Editora: Gutenberg
Ano: 2015
Número de páginas: 304
Avaliação: 4/5 

20 de julho de 2016

Outlander – Segunda Temporada



Como é difícil conseguir alcançar as expectativas de algo que se gosta muito, há vários obstáculos e receios pessoais a superar e a segunda temporada de Outlander foi a representação dessa situação, de como alcançar a expectativa tanto do livro em que foi baseada quanto da ótima impressão que a primeira temporada deixou.

Assumo que estava com medo dessa nova fase, um motivo era por ser baseada num dos livros que mais gosto da série, o outro, era por medo de a qualidade cair da primeira temporada, e fui totalmente surpreendida. Essa temporada mostrou que na verdade a série só tende a crescer e ganhar muito espaço.


Acompanhei desde antes da estreia as fases de produção e a escolha do casting (afinal eu precisava saber se o Roger seria minimamente parecido com o que eu imaginei, e é rs), vi várias fotos das gravações e isso alimentou tanto meu ânimo quanto meu receio, mas nos primeiros episódios eu estava de coração aberto pronta para o que eles pudessem ter mudado ou apresentariam de novo e foi a melhor coisa que fiz pois fui surpreendida de várias maneiras.

Mas contando um pouco da história, nessa temporada continuamos acompanhando o casal Claire e Jamie (ai ai) em uma nova fase, eles partem para a França para tentar impedir o rumo da história que gerou o triste dia de Culloden. E lá eles vão viver momentos emocionantes, tensos, dramáticos e totalmente inesquecíveis.


Não quero contar muito da história em si para não gerar nenhum spoiler não intencional, mas essa mudança de cenário foi um dos melhores rumos que já vi, além de ter elevado muito o nível da trama, trouxe cenários lindíssimos com toda a grandiosidade da França na década de 1744, sem contar a mudança de figurinos (na verdade essa mudança de cenário atingiu até a abertura da série).

Na primeira temporada eu tive certa relutância em aceitar os atores, mas agora eles já estão bem concretizados para mim e com isso pude perceber que eles melhoraram muito, entraram bem nos personagens e mostraram todo o seu potencial em várias cenas.



Outro ponto que eles mantiveram da temporada anterior foi um pequeno “carinho” para aqueles que já são fãs dos livros, que é o uso, em algumas cenas,  da reprodução literal das falas dos personagens, um fan service bem feito que não atrapalha aquele que não conhece os livros mas que empolga muito aqueles que já eram fãs.

Nessa temporada a história toma um rumo muito interessante, que já é mencionado logo no primeiro episódio e desenvolvido durante a temporada com um episódio final de tirar o fôlego, se eu já amo os livros hoje também virei fã da série como um produto independente e não apenas por ser uma adaptação das obras que ganharam meu coração.


18 de julho de 2016

[Music Monday] I wanna rock


Aproveitando que o último dia 13 foi o dia mundial do rock, quero trazer nesse Music Monday  alguns vídeos de um dos gêneros que mais gosto desse estilo, o glam metal (ou hair metal ou, mais popularmente, o rock farofa). Gênero que fez grande sucesso na década de 80 trouxe músicas regadas a baladas, cabelos compridos, integrantes andrógenos e clipes com muito gelo seco. Eu gosto muito desse estilo e várias de suas bandas tem lugar marcado e certo na minha playlist e por isso decidi compartilhar algumas músicas desse estilo: 


16 de julho de 2016

Para cada cabeça um chapéu


Para aqueles que me conhecem há um tempo (e para os novos também, já que vou comentar do mesmo jeito) sabem que não me importo tanto com itens de vestuário, porém uma das coisas que mais gosto são...chapéus. 

Sim, se eu pudesse (o dinheiro e o espaço permitissem) teria uma coleção deles, cada um de um modelo e cor diferente, mas como não posso decidi fazer uma postagem especial sobre esse meu objeto de desejo e trazer alguns personagens e seus chapéus emblemáticos. 


14 de julho de 2016

[Livro] A garota sem passado – Michael Kardos


Depois de uma temporada de leitura de romances, eu queria outro estilo para uma mudança de ares, e afinal porque não um suspense para essa quebra que eu estava procurando?

Foi com esse pensamento que acabei lendo a Garota sem passado, e o clima do livro me pegou de jeito, o suspense envolvendo Melanie e seu passado, a garota que sempre viveu escondida assombrada por um crime de seu pai. Após descobrir uma gravidez, ela se enche de coragem e determinação para buscar uma vida diferente  para seu filho, uma vida sem ter que se esconder com medo. Ela vai procurar  a figura que assombrou seus dias e a forçou a reclusão, ela irá atrás de seu pai.

A narrativa vai intercalar momentos do presente, com a busca de Melanie por respostas, com histórias do passado, mostrando para o leitor, aos poucos, o que aconteceu até aquele crime.

A parte da investigação me prendeu, apesar de ter gerado grandes momentos de irritação, pois Melanie não é uma investigadora profissional, e seus momentos de reclusão e alienação do mundo a tornaram extremamente ingênua, então em várias partes ela se vê em situações e diálogos que estão fadados ao fracasso, e na verdade quase todas as suas descobertas foram por acaso, mas em sua defesa tenho que admitir que ela segurou bem a barra de tudo o que descobriu.

Os momentos do passado já se mostraram interessantes, tanto pelo rumo dos acontecimentos quanto pela mente (um tanto quanto perturbada) de Ramsey – pai de Melanie. Descobrir aos poucos, conforme a investigação avançava, como todos os caminhos levaram aos acontecimentos daquele dia foi bem surpreendente.

Assumo que não foi um dos melhores livros de suspense que já li, e que não criei grandes empatias pelos personagens, mas o desfecho foi interessante, e mesmo com todas as ressalvas foi uma leitura interessante.



Sinopse: Num domingo de setembro de 1991, Ramsey Miller deu uma festa em casa para os vizinhos. Depois, assassinou a esposa e a filha de 3 anos. Todo mundo na pacata cidade de Silver Bay conhece a história. 
Só que todos estão errados. A menina escapou. Sob o nome falso de Melanie Denison, ela passou os últimos quinze anos escondida com os tios numa cidadezinha remota. Nunca pôde viajar, ir a uma festa na escola ou ter internet em casa, porque Ramsey jamais foi encontrado e poderia ir atrás dela a qualquer momento. 
Mas, apesar das rígidas regras de segurança impostas pelos tios, Melanie se envolve com um jovem professor da escola local e engravida. Ela decide que seu filho não terá a mesma vida clandestina que ela e, para isso, volta a Silver Bay para fazer o que nem os investigadores locais, nem a polícia federal, nem o FBI conseguiram: encontrar seu pai antes que ele a encontre. (Fonte: Skoob)
Título Original: Before he finds her
Autor: Michael Kardos
Editora: Arqueiro
Ano: 2016
Número de páginas: 304
Avaliação: 3/5 





12 de julho de 2016

[Teatro] Wicked



Até o último dia 3, fazia muito tempo que eu não ia a um musical, e como eu estava sentindo falta da energia que esse estilo me traz: a de que tudo na vida pode ser representado com música e dança, e ter essa retomada com Wicked foi muito bom, pois não conhecia nada da história ou da peça original, então fui surpreendida e guiada a cada cena, em todas as risadas e momentos de emoção. 

O musical vai contar a história de Elphaba, como ela se tornou a bruxa má do Oeste e sua relação com Glinda, a bruxa boa. Vemos que Elphaba sempre sofreu muito por ser verde (e isso não é nenhuma metáfora, ela era realmente verde) e sempre foi delegada, inclusive na sua ida a faculdade, onde ela conheceu Glinda (ou melhor, Galinda), a típica menina popular, e as duas logo sentem uma enorme antipatia (ou melhor, ódio) uma pela outra. 

A história vai se desenvolver toda desse momento, mostrando bem a personalidade de cada uma e como elas vão se tornar duas das personagens mais emblemáticas de Oz. 


Agora falando da produção o cenário estava lindo, apesar de um pouco simples para uma grande produção, mas mesmo assim o musical é repleto de trocas de cenário e ambientes, todos muito bem caracterizados. 

As músicas foram lindamente versadas, todas fluíram muito bem com as cenas, apesar de algumas não me empolgarem totalmente tive momentos lindo de tirar o fôlego, principalmente os que envolviam Elphaba e Glinda. 

Toda a peça foi encantadora, me emocionei, ri e fiquei totalmente envolvida, criei um carinho enorme pelos personagens, fui totalmente surpreendida pelas referências da história de Doroty e por solos muito bem executados. Recomendo Wicked para aqueles que sentem que a vida devia ser resolvida com música. 




10 de julho de 2016

Promoção de Aniversário Blog Fábrica dos Convites

Oi amigos, dando sequências as comemorações de 7 anos do blog Fábrica dos Convites, vamos a mais uma promoção, desta vez contando com o apoio de alguns parceiros e amigos. O sorteio será bem simples, e serão dois ganhadores que levarão para casa uma cesta cheia de brindes. 

8 de julho de 2016

[DDI] Tem dias...


Tem dias que a vida não faz sentido. 

Tem dias que você perde o rumo. 

Tem dias que você não se reconhece no espelho. 

Tem dias que você aceita qualquer rota de fuga contanto que te leve para um lugar diferente de onde está. 

Tem dias em que a vista embaça e não é possível enxergar a estrada que deveria seguir. 

Tem dias em que os segundos se multiplicam, os minutos se estendem, as horas se imortalizam e o relógio emudece alongando a passagem do tempo. 

Tem dias que você se envolve na busca por si mesmo, pois o único refúgio seguro é seu pensamento silencioso. 

E enquanto escrevo esse texto penso que queria dar um final feliz a ele, queria uma mensagem de esperança que dissesse que tudo vai dar certo, queria poder usar o clichê que diz que o sol vai brilhar amanhã, enquanto uso o sorriso daqueles que já foram calejados pelas dores (e ainda lembrar da música do Legião enquanto falo isso). 

Eu realmente queria tudo isso, mas estou nesses dias e qualquer mensagem de enorme esperança seria um pouco falsa. Então o que digo é que entendo, e que escrevo para aliviar o coração enquanto sei que, independente do sol no dia seguinte, tudo passa, até esses dias. 



DDI – Delírios, Devaneios e Insensatez - um espaço em que escrevo todos os pensamentos, delírios e devaneios que vêm a minha cabeça, o que é no mínimo uma insensatez. 

6 de julho de 2016

[Clube do Livro] Beleza Perdida - Amy Harmon



O que posso dizer além de que esse é um livro lindo? Ok, sempre posso dizer mais, afinal adoro falar rs – ou no caso do blog escrever – e tenho algumas coisas para dizer, mas a essência a se manter em mente é essa: Que livro lindo. 

A narrativa acontece em uma cidade pequena e está voltada principalmente em três personagens: Ambrose, Fern e Bailey. 

Fern é a personagem feminina principal, nunca foi muito notada pelos meninos, passou a infância e a adolescência ao lado do seu primo Bailey. Não era tão ligada nas coisas normais de uma adolescente, mas algumas coisas eram muito importantes na sua vida: seus romances eróticos, os textos que escrevia, cuidar de Bailey e sua paixão platônica por Ambrose. 

Bailey, primo de Fern, nasceu com uma doença que iria mudar sua vida. Ele foi diagnosticado com distrofia muscular e sabia desde pequeno que ele não seria como as demais crianças, seus músculos iriam atrofiar conforme os anos passassem, então enquanto os outros cresciam e corriam ele se via a cada ano mais impossibilitado, mas isso não o limitou, ele é cheio de vida, com uma determinação ferrenha, um amor pela luta (esporte em que o pai era treinador), uma admiração por Hércules e uma visão muito consciente da vida, que o fez amadurecer. 

Ambrose era o ídolo da cidade, bonito e inteligente ele era um destaque na luta, era o melhor, imbatível em campeonatos e a esperança da cidade, porém guardava alguns problemas em seu íntimo, como a dificuldade em lidar com a pressão e a expectativa dos outros e de descobrir seu caminho. Após os acontecimentos do 11 de setembro ele decide se alistar para o exército onde sua vida será totalmente mudada. 

A história vai se desenvolver focada nesses três personagens, construindo a interação entre eles desde o colégio, a adolescência e o início da vida adulta, após a guerra que mudou para sempre a vida de Ambrose. 

Eu poderia me aprofundar mais contando sobre a história, mas, apesar de não ser um livro grande, a autora consegue amarrar muito bem passando por vários momentos da vida dos personagens e dando base para todos os acontecimentos do livro, o modo com que ela constrói a narrativa é muito bom, consegue ligar todas as pontas e tratar com atenção até os personagens secundários. O desenrolar se dá naturalmente, não senti em nenhum momento um trecho mais apressado ou forçado. Ela mostra que não é preciso uma série ou sequência para contar uma boa história. 

Os personagens são o melhor ponto desse livro: Ambrose, o herói atormentado, que após passar por uma tragédia precisa se reencontrar. Fern que é doce, mas determinada. Ingênua, mas engraçada. É uma menina encantadora, não uma “mocinha” mas realista com a vida. E por fim o personagem que mais me encantou: Bailey, o que teria mais de mil motivos para ser amargo, mas que encara a vida de peito aberto, tendo noção das suas limitações, mas não se barrando por causa delas. 

O livro é regado a momentos engraçados e emocionantes e várias formas de demonstração de amor.  Recomendo. 

Sinopse: Ambrose Young é lindo — alto e musculoso, com cabelos que chegam aos ombros e olhos penetrantes. O tipo de beleza que poderia figurar na capa de um romance, e Fern Taylor saberia, pois devora esse tipo de livro desde os treze anos. Mas, por ele ser tão bonito, Fern nunca imaginou que poderia ter Ambrose… até tudo na vida dele mudar.
Beleza perdida é a história de uma cidadezinha onde cinco jovens vão para a guerra e apenas um retorna. É uma história sobre perdas — perda coletiva, perda individual, perda da beleza, perda de vidas, perda de identidade, mas também ganhos incalculáveis. É um conto sobre o amor inabalável de uma garota por um guerreiro ferido.
Este é um livro profundo e emocionante sobre a amizade que supera a tristeza, sobre o heroísmo que desafia as definições comuns, além de uma releitura moderna de A Bela e a Fera, que nos faz descobrir que há tanto beleza quanto ferocidade em todos nós.
Título Original: Making Faces
Autor: Amy Harmon
Editora: Verus
Ano: 2015
Número de páginas: 332
Avaliação: 5/5 

4 de julho de 2016

[Music Monday] Michael Jackson


Estava eu aqui pensando o que trazer para esse retorno do Music Monday depois da “pequena” pausa do blog, tinha alguns posts em mente, mas nada muito concreto até que parei para pensar no que musicalmente tinha me atraído mais recentemente. Lembrei que na semana passada me peguei assistindo pela milésima vez ao This is it, e decidi. Hoje vou falar de Michael Jackson. 

Michael Jackson é uma das heranças que recebi da minha mãe e que mantive com carinho, ela ama suas músicas e tenho muitas memórias de infância regadas a Beat It, Thriller, entre tantas outras. Com o tempo acabei criando meu próprio gosto pelo tão reconhecido rei do pop, suas músicas não tinham mais apenas um relação com os gostos de minha mãe, mas com a minha playlist. Adoro várias de suas músicas, gosto de sua voz e acho quase impossível não acompanhar quando toca um verso como “Annie, are you ok?” 

Para começar quero recomendar o vídeo que motivou esse post, o This is it é um documentário sobre a preparação para a sua última turnê que seria o retorno de Michael aos palcos, é possível ver a produção, os ensaios, escolhas dos dançarinos, entre tantas outras coisas. É tão empolgante quanto triste ao ver todo o seu cuidado com o show e lembrar que ele não o executou para o público.


Agora sobre as músicas é difícil selecionar a melhor, ou as que eu gosto mais, mas vou deixar algumas aqui como sugestões e para animar a segunda: 


I want you back


Smooth Criminal



Beat it


Earth Song


Human Nature


Na verdade a lista é bem, mas bem maior que essa, poderia ficar aqui lembrando de tantas músicas que me embalam ou me animam, na verdade o maior sentimento enquanto faço esse post é aquela singela tristeza da pessoa que gostamos e que não trará mais de seu trabalho para o mundo, e que com certeza eu queria poder ver seu show.